
Conto de Areia
CÉ água no mar, é maré Fcheia ô, Gmareia ôC mareia, é águaG no mar. . CÉ água no mar é maréF cheia ô Gmareia ôC mareia. . Contam que toda trisA7teza que tem na BaDmhia. . NasGceu de uns olhos morenos molhados deC mar. . Não sei se é conto de aA7reia ou se é fantaDmsia. . Que a Gluz da candeia alumia pra gente coCntar. . Um dia a morena enfeiA7tada de rosas e Dmrendas. . AbGriu seu sorriso de moça e pediu pra daCnçar. . A noite emprestou as eA7strelas bordadas deDm prata. . E as águas de AmaraGlina eram gotas de lCuar. . CEra um peito só A7cheio de promDmessa era só. . Era um peito Gsó cheio de pCromessa era só. . Quem foiA7 que manDmdou o seu amoGr se fazer de canCoeiro. . O vento que rA7ola nas paDmlmasG arrasta o vCeleiro. . E leva pro mA7eio das DmáguaGs de IemaCnjá. . E o mestre vaA7lente vaguDmeia olhando pra aGreia sem poder chCegar. . Adeus Gamor,C adA7eus meDmu amor não me esGpere porque eu já vou Cme embora. . Pro reino que A7esconde os teDmsourosG de minha seCnhora. . Desfia A7colares de DmconchasG pra vida paCssar. . E deixa de A7olhar pro veDmleiro. . Adeus meu amGor eu não vou mais voCltar. . Foi beira-DmmarG, foi beiraC-mar quem chamA7ou. . Foi beira-Dmmar êG, foi beiraC-mar. . É água no Gmar... (Refrão). .